As investigações começaram após a descoberta de que parte do material estava disponível publicamente na ferramenta de status do aplicativo de mensagens. Com isso, a Justiça autorizou um mandado de busca e apreensão na residência do suspeito e determinou sua prisão preventiva. O delegado Ivan José destacou que a decretação da prisão se baseou nas provas coletadas durante a investigação.
Durante a execução das ordens judiciais, os agentes encontraram equipamentos que foram utilizados tanto para a produção quanto para o armazenamento do material ilícito. Após a operação, o homem foi autuado em flagrante e permanece preso, aguardando as deliberações da Justiça.
As investigações prosseguem com o objetivo de apurar a extensão dos crimes cometidos e verificar se há outros envolvidos na situação. A Polícia Civil não descarta a possibilidade de que o suspeito tenha praticado outros delitos além dos que já foram identificados.
Essa ação reforça o compromisso das autoridades em combater a exploração sexual infantil e a disseminação de conteúdo ilícito nas redes sociais, buscando garantir a segurança das crianças e adolescentes.










