Um laudo toxicológico confirmou a terrível causa da morte de duas crianças, de 7 e 13 anos, em Imperatriz, Maranhão: o ovo de Páscoa que consumiram estava envenenado com ‘chumbinho’, um pesticida ilegal utilizado para matar ratos. O doce, entregue como um presente, transformou-se em um instrumento de morte, chocando a comunidade e as autoridades.
O caso teve início no dia 16 de abril, quando um motoboy entregou o ovo de Páscoa para a família, acompanhado de um bilhete com a mensagem ‘Com amor, para Miriam Lira. Feliz Páscoa’. A mãe, Miriam Lira, e seus dois filhos consumiram o chocolate sem suspeitar da armadilha mortal que continha.
Pouco tempo depois de ingerirem o doce, a mãe e as crianças começaram a apresentar sintomas de envenenamento. Foram levados às pressas para o hospital, mas, infelizmente, as duas crianças não resistiram e faleceram. A mãe sobreviveu, mas precisou de internação para se recuperar dos efeitos da substância tóxica.
As investigações policiais apontaram para Jordélia Pereira Barbosa, de 35 anos, ex-companheira do atual parceiro de Miriam Lira, como a principal suspeita do crime. A polícia acredita que o envenenamento foi motivado por ciúmes. Jordélia está presa desde o dia 17 de abril, aguardando o desenrolar do processo judicial.
O laudo toxicológico, divulgado nesta quarta-feira (30), confirmou as suspeitas da polícia, revelando a presença de ‘chumbinho’ no ovo de Páscoa. A tragédia expõe a crueldade de um ato premeditado e a importância de investigações rigorosas para garantir que a justiça seja feita.
Fonte: http://massa.com.br











