Elon Musk, CEO da Tesla e proprietário do X (antigo Twitter), respondeu enfaticamente às alegações publicadas pelo The New York Times, que o acusavam de uso de drogas durante seu envolvimento na campanha política de Donald Trump. A reportagem, baseada em fontes anônimas, detalhava um suposto consumo de substâncias ilícitas e medicamentos controlados por parte do empresário.
Musk utilizou sua própria plataforma, o X, para refutar as acusações, classificando as alegações do jornal como “mentiras descaradas”. Em resposta a um usuário, ele admitiu ter experimentado cetamina sob prescrição médica há alguns anos para lidar com problemas de saúde mental, mas negou o uso contínuo da substância.
A reportagem do The New York Times afirmava que Musk teria relatado a pessoas próximas que o uso excessivo de cetamina estaria afetando sua bexiga, um efeito colateral conhecido do uso crônico da droga. Além disso, o jornal alegava que Musk também consumiria ecstasy, cogumelos psicodélicos e portaria uma caixa com cerca de 20 pílulas diárias, incluindo estimulantes como Adderall.
A matéria do jornal levanta dúvidas sobre se o suposto uso de drogas por Musk coincidiu com sua crescente influência na Casa Branca durante o governo Trump. Musk atuou por 130 dias como chefe de um departamento criado para reduzir gastos governamentais, mantendo uma relação considerada positiva com o então presidente.
Recentemente, Musk anunciou o encerramento de seu trabalho com o governo, o que gerou especulações sobre as razões por trás da decisão. O bilionário, que foi um dos maiores doadores políticos nas eleições de 2024, teria oferecido US$ 100 milhões a grupos ligados à equipe de Trump antes das eleições de meio de mandato de 2026, conforme informações de assessores do ex-presidente. O caso promete gerar novos desdobramentos, e a possibilidade de ações legais por parte de Musk contra o The New York Times não está descartada.
Fonte: http://revistaoeste.com











