A busca pela brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que sofreu uma queda durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, enfrenta incertezas. Mariana Marins, irmã de Juliana, contesta informações que circulam sobre o resgate, afirmando que a equipe de salvamento ainda não conseguiu chegar até a brasileira. A família demonstra preocupação com o tempo decorrido desde o acidente.
Mariana Marins expressou sua apreensão, após a divulgação de vídeos nas redes sociais que sugeriam o avanço das equipes de resgate. Segundo ela, essas imagens não correspondem à realidade da situação no local. “Gostaríamos de uma atualização das reais informações e estamos preocupadas com a corrida contra o tempo para salvar Juliana”, declarou.
A família da publicitária niteroiense questiona a veracidade dos vídeos que mostram a suposta aproximação dos socorristas. De acordo com relatos, Juliana aguardou por 16 horas até o primeiro contato com a equipe de resgate, que ocorreu na noite da última sexta-feira, 20 de outubro. A queda aconteceu na madrugada de sábado, 21, no horário local.
A operação de resgate enfrenta desafios devido à neblina que dificulta a visibilidade na região do vulcão. A equipe de salvamento planeja retomar as buscas na manhã deste domingo, 22, correspondente à noite de sábado no Brasil. A família espera que a retomada das buscas traga notícias positivas sobre o paradeiro de Juliana.
Informações preliminares indicam que, após a queda, Juliana ficou a cerca de 300 metros da trilha original. Outros turistas relataram à família que a brasileira teria escorregado ainda mais em direção a um precipício. Juliana Marins viajava pela Ásia, tendo passado por Filipinas, Vietnã e Tailândia, antes do acidente durante a trilha no Rinjani, realizada com o apoio de uma empresa de turismo local.
Fonte: http://revistaoeste.com











