Em um discurso marcante na Assembleia Geral da ONU em 23 de setembro de 2025, o presidente dos EUA, Donald Trump, confrontou diretamente a agenda climática promovida pela organização. Trump questionou a validade das políticas energéticas baseadas em premissas que considerou falsas, marcando uma ruptura com o discurso tradicional de líderes ocidentais sobre o tema. Além do clima, o presidente abordou a imigração em massa e a inércia da ONU em resolver conflitos globais.
Trump iniciou seu discurso de forma descontraída, dispensando o teleprompter e prometendo falar “de coração”. Ele contrastou a situação econômica herdada de seu antecessor com a melhora nos indicadores durante seus primeiros meses de governo. Redução dos custos de energia e alimentos, recordes na bolsa de valores e cortes de impostos foram destacados como evidências de uma gestão bem-sucedida, preparando o terreno para suas críticas à agenda ambiental.
O presidente não poupou críticas à ONU, questionando sua eficácia na resolução de guerras e apontando para a corrupção em projetos de reforma da sede da organização. Trump usou esses exemplos para ilustrar que a ONU precisaria resolver seus próprios problemas antes de ditar políticas globais. Ele citou o Irã, Gaza e Ucrânia como exemplos da inação da organização, além de mencionar a pandemia de COVID-19 e o desenvolvimento de armas biológicas.
Mudando o foco para a política energética, Trump atacou as energias renováveis, chamando-as de “piada” e argumentando que são caras e ineficientes. Ele criticou os subsídios governamentais necessários para manter projetos de energia eólica e solar em operação, descrevendo-os como um fardo para a economia. “Na verdade, deveríamos ganhar dinheiro com energia, não perder dinheiro”, declarou o presidente.
Trump alertou sobre os perigos da política verde adotada pela Europa, citando o caso da Alemanha como um exemplo de destruição econômica causada por compromissos climáticos. Ele também criticou a Europa por abandonar seus próprios recursos energéticos, como as reservas de petróleo do Mar do Norte, em favor de energias renováveis. O presidente concluiu denunciando a “mudança climática” como a maior fraude já perpetrada no mundo, alertando que seguir essa agenda levaria ao fracasso das nações.
Fonte: http://revistaoeste.com











