A contagem regressiva está entrando na reta final. No dia 31 de outubro, Solomun e Vintage Culture se encontram na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, para uma das principais apresentações de música eletrônica do calendário da cidade em 2026. O evento começa às 14h e os ingressos seguem disponíveis.
De um lado está Solomun, DJ e produtor que construiu uma carreira internacional ligada à cultura dos clubs, à Diynamic Music e às concorridas temporadas de Ibiza. Do outro, Vintage Culture, brasileiro que saiu das pistas nacionais para ocupar alguns dos principais festivais e clubs do mundo.
Para entrar no clima antes do encontro, selecionamos cinco faixas que ajudam a percorrer diferentes momentos das carreiras dos dois artistas, incluindo trabalhos recentes que mostram onde suas sonoridades estão em 2026.
1. Solomun & Skrillex – “Rumpta”
Começamos pelo presente. Lançada em 1º de julho de 2026 pela Diynamic Music, “Rumpta” marca a primeira colaboração entre Solomun e Skrillex. A produção reúne duas referências de universos diferentes da música eletrônica em uma faixa que explora grooves profundos e uma abordagem mais experimental do house.
A parceria é também um retrato da versatilidade que acompanha Solomun ao longo da carreira. Em vez de permanecer preso a uma fórmula, o produtor continua buscando encontros e possibilidades sonoras diferentes — característica que também ajuda a explicar a imprevisibilidade de seus sets. Para quem vai à Pedreira, é uma das faixas recentes que vale conhecer antes do dia 31.
2. Solomun – “Customer Is King”
“Customer Is King” representa outra faceta do repertório de Solomun. A faixa tornou-se um dos títulos associados à discografia do produtor e ajuda a compreender a combinação de groove, repetição e progressão que aparece em diferentes momentos de sua produção.
É também uma boa porta de entrada para quem conhece Solomun principalmente pelos grandes eventos e quer mergulhar um pouco mais em seu trabalho autoral antes da apresentação em Curitiba.
3. Solomun – “Home”
Se “Rumpta” mostra um Solomun de 2026, “Home” ajuda a voltar alguns anos e perceber outra dimensão de sua produção. Lançada em 2020, a faixa integra o repertório que antecedeu o álbum Nobody Is Not Loved, de 2021.
Mais melódica e emocional, ela ajuda a explicar uma das características que fizeram do artista um nome tão particular na música eletrônica: a capacidade de equilibrar momentos introspectivos com faixas construídas para grandes pistas. É justamente essa alternância de atmosferas que costuma aparecer em seus sets extensos.
4. Vintage Culture & Volkoder – “Hands Up”
Do lado brasileiro, uma escolha obrigatória é “Hands Up”, colaboração de Vintage Culture com Volkoder lançada em maio deste ano pela Affairs, gravadora criada pelo próprio Vintage Culture. Construída sobre uma base de tech house, com baixo pulsante e proposta direcionada às pistas, a música representa bem a fase atual do brasileiro. A faixa foi lançada justamente em um período de forte movimentação internacional de sua carreira, que incluiu sua estreia como residente do Pacha Ibiza em 2026.
Também existe uma conexão especial com o Paraná: Volkoder é outro nome brasileiro de destaque internacional e a parceria coloca dois produtores nacionais em uma faixa criada essencialmente para funcionar diante do público.
5. Vintage Culture – “Slow Down” (remix)
Para fechar a lista, vale voltar a uma música importante na expansão internacional de Vintage Culture. Seu remix de “Slow Down”, de Maverick Sabre com Jorja Smith, tornou-se uma das produções associadas ao período em que Lukas Ruiz ampliava sua presença fora do Brasil.
A faixa representa bem uma característica que acompanharia os passos seguintes da carreira: a aproximação entre vocais marcantes, melodias e elementos do house, sem perder a conexão com a pista. Anos depois, essa trajetória levou Vintage Culture a uma posição recorrente em grandes festivais, clubs e residências internacionais — até chegar ao encontro com Solomun em Curitiba.
Da playlist para a Pedreira
As cinco músicas percorrem momentos e propostas diferentes, mas ajudam a revelar justamente aquilo que torna o encontro de Curitiba interessante: Solomun e Vintage Culture não construíram carreiras seguindo uma única fórmula.
Enquanto o primeiro consolidou uma identidade profundamente ligada às pistas europeias, aos sets extensos e à construção gradual de atmosferas, Vintage Culture transformou uma carreira iniciada no Brasil em um projeto internacional que atravessou diferentes vertentes do house e chegou aos maiores palcos do gênero. No dia 31 de outubro, essas duas trajetórias deixam a playlist e se encontram diante do público na Pedreira Paulo Leminski.
As apresentações de Solomun e Vintage Culture em Curitiba acontecem no dia 31 de outubro (sábado), na icônica Pedreira Paulo Leminski. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Ingresse (https://www.ingresse.com/solomun-curitiba-2026/). Para mais informações, acesse os perfis oficiais das produtoras no Instagram: Planeta Brasil Entretenimento – @planetabrasilentretenimento, Seven Experience – @seven.exp e Entourage Brasil – @entourage.br.











