Em uma demonstração de respeito e admiração, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareceu à Basílica de São Pedro, no Vaticano, nesta sexta-feira (25), para prestar suas últimas homenagens ao Papa Francisco. O pontífice, falecido na segunda-feira (21), recebeu tributos de líderes e fiéis de todo o mundo.
Acompanhado da primeira-dama Janja Lula da Silva e de uma extensa comitiva, que incluía a ex-presidente Dilma Rousseff, ministros de Estado, parlamentares e o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, Lula expressou seu pesar e reconheceu a importância do legado do Papa Francisco. A presença da delegação brasileira demonstra a relevância do pontífice para o Brasil e para a comunidade global.
Em suas redes sociais, o presidente Lula compartilhou seus sentimentos, afirmando: “Que sua sabedoria, coragem e compaixão sigam iluminando os corações de todos nós”. Essa mensagem reflete o impacto que o Papa Francisco teve em promover a paz, a justiça social e o diálogo inter-religioso.
A comitiva brasileira chegou a Roma para participar do funeral do Papa Francisco, agendado para este sábado (26). A cerimônia promete ser um evento grandioso, reunindo líderes religiosos, chefes de estado e milhares de fiéis para se despedirem do pontífice.
O Papa Francisco, cujo nome de batismo era Jorge Mario Bergoglio, faleceu aos 88 anos, em decorrência de complicações de saúde. Seu pontificado foi marcado por reformas na Igreja Católica, defesa dos pobres e marginalizados, e apelos à paz mundial. O presidente Lula decretou luto oficial de 7 dias no Brasil, reconhecendo o legado do Papa Francisco na luta pela justiça social e igualdade.
Nesta sexta-feira, último dia de velório aberto ao público, milhares de pessoas prestaram suas homenagens ao Papa Francisco na Basílica de São Pedro. Após o rito de fechamento do caixão, o funeral será realizado no sábado, seguido pelo sepultamento na Basílica de Santa Maria Maior, um local de grande significado pessoal para o pontífice.
Após os nove dias de luto, o Vaticano dará início ao conclave para eleger o novo líder da Igreja Católica. A escolha do sucessor do Papa Francisco é um momento crucial para o futuro da Igreja e para o mundo, com expectativas de que o novo pontífice continue o trabalho de promoção da paz e da justiça social.











