Em celebração ao Dia Nacional do Diabetes, 26 de junho, especialistas intensificam a campanha de conscientização sobre essa condição crônica que impacta milhões de brasileiros. O objetivo é combater informações equivocadas e promover a prevenção, incentivando um estilo de vida mais saudável e o diagnóstico precoce.
Diversas crenças populares cercam o diabetes, muitas vezes dificultando o tratamento e a adesão às recomendações médicas. Para esclarecer as principais dúvidas, reunimos sete mitos e verdades comuns sobre a doença, abordando desde a alimentação até o tratamento medicamentoso.
Mito: “Comer muito doce causa diabetes”. Embora o consumo excessivo de açúcar contribua para o ganho de peso, um fator de risco para o diabetes tipo 2, a doença é multifatorial. “A predisposição genética e outros hábitos de vida também desempenham um papel crucial”, explica a endocrinologista Dra. Ana Paula Silva.
Verdade: “Diabetes pode ser prevenido”. Adotar uma dieta equilibrada, praticar atividades físicas regularmente e manter o peso saudável são medidas eficazes na prevenção do diabetes tipo 2. Além disso, o acompanhamento médico regular é fundamental para identificar fatores de risco e realizar exames preventivos.
Mito: “Pessoas com diabetes não podem comer frutas”. Frutas são importantes para uma dieta saudável. O segredo é escolher as opções com menor índice glicêmico e consumi-las com moderação, dentro de um plano alimentar individualizado, elaborado por um nutricionista. Consultar um profissional de saúde é crucial para definir a melhor estratégia nutricional.
Verdade: “O diabetes, quando não controlado, pode levar a complicações graves”. A hiperglicemia prolongada pode afetar diversos órgãos e sistemas, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, renais, oculares e neurológicas. O controle rigoroso da glicemia é essencial para prevenir essas complicações e garantir uma melhor qualidade de vida.
Ao desmistificar o diabetes e promover a informação correta, a campanha do Dia Nacional do Diabetes busca empoderar a população a tomar decisões mais conscientes em relação à sua saúde, prevenindo a doença e garantindo o tratamento adequado para aqueles que já convivem com ela.
Fonte: http://www.tribunapr.com.br











