Na madrugada desta terça-feira (28), um homem de 26 anos, identificado como autor de um assalto em uma loja de comida no bairro Capão Raso, em Curitiba, foi morto em confronto com equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM). O incidente ocorreu no bairro Novo Mundo, onde o suspeito foi localizado durante um patrulhamento policial.
Após o assalto, as equipes da ROTAM conseguiram localizar o suspeito nas proximidades. Ao receber ordem de abordagem, ele tentou fugir em direção a uma área de mata e, durante a fuga, disparou contra os policiais, que revidaram, resultando em seu ferimento.
Equipes do Siate foram acionadas para prestar socorro, mas ao chegarem ao local, apenas confirmaram o óbito do homem. Durante a abordagem, os policiais encontraram uma pistola calibre 9 milímetros em sua posse. A Polícia Militar informou que o suspeito possuía um histórico criminal com 14 registros, incluindo roubo, furto qualificado e tráfico de drogas.
A Polícia Civil agora investiga o caso, buscando determinar se o homem teve envolvimento em outros crimes patrimoniais recentes na região. Enquanto isso, a cozinheira de 24 anos que foi vítima do assalto permanece afastada de suas funções e enfrenta as consequências emocionais e físicas da agressão.
Em uma entrevista, a cozinheira relatou o trauma vivido durante o assalto. Ela mencionou que sofreu agressões, necessitou de pontos e ainda apresenta dificuldades para se alimentar devido aos ferimentos no rosto e na cabeça. "Estou triste e feliz ao mesmo tempo porque ele morreu. Para mim, durou uma eternidade", declarou, relembrando como reagiu à agressão enquanto tentava proteger-se.
A vítima descreveu o assalto como um ato premeditado, ressaltando o medo que sentiu ao se deparar com a situação. "Deus me livre se eu tivesse morrido. O que seria dos meus filhos sabendo que a mamãe morreu? Tudo isso foi uma reação pelos meus filhos", afirmou, refletindo sobre o impacto emocional do ocorrido em sua vida e na de sua família.











