O confronto direto entre Irã e Israel se intensificou, entrando em seu segundo dia com uma nova onda de mísseis iranianos lançados contra Israel. As Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram o lançamento de dezenas de projéteis, afirmando que parte deles foi interceptada por seus sistemas de defesa aérea. A escalada eleva a tensão regional a um patamar crítico, com temores de um conflito mais amplo.
As FDI emitiram um comunicado detalhando o ataque da noite de sexta-feira, indicando que múltiplos mísseis foram disparados do Irã em direção ao território israelense. Sirenes de alerta soaram em diversas regiões, principalmente no centro do país e na área de Gush Dan, com relatos de explosões ouvidas por toda a nação. Segundo a agência estatal IRNA, a ofensiva iraniana faz parte da operação denominada “True Promise 3”, que, segundo o general Ahmad Vahidi, “continuará pelo tempo que for necessário”.
O impacto dos ataques em Israel resultou em feridos, incluindo dois paramédicos atingidos por estilhaços enquanto atendiam a emergências. Lamentavelmente, foi confirmada a morte de uma mulher que havia sido gravemente ferida no primeiro bombardeio. Paralelamente, o Irã também alega ter sido alvo de ataques israelenses em seu território, com relatos de ofensivas contra locais estratégicos em Teerã e outras cidades.
Fontes iranianas reportam que os alvos incluíram instalações nucleares e áreas residenciais, resultando em baixas significativas, incluindo a morte de importantes figuras militares. Entre os mortos estariam o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, major-general Mohammad Baqeri, e o comandante da Guarda Revolucionária, major-general Hossein Salami. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, rapidamente nomeou substitutos para os cargos de comando militar.
O embaixador do Irã na ONU, Sa’eed Iravani, afirmou que os ataques israelenses causaram a morte de 78 pessoas e deixaram outras 320 feridas. A escalada da violência levou o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, a declarar estado de emergência em todo o país. A situação permanece instável, com o mundo observando atentamente os próximos desdobramentos deste perigoso confronto. Até o momento, 53 cidadãos israelenses seguem mantidos reféns pelo grupo Hamas na Faixa de Gaza.
Fonte: http://revistaoeste.com











