Uma grave acusação abala o governo colombiano. O ex-ministro das Relações Exteriores, Álvaro Leyva, acusou o presidente Gustavo Petro de ser usuário de cocaína. A denúncia foi feita através de uma carta divulgada na rede social X, levantando questionamentos sobre a conduta do chefe de estado.
Leyva detalhou comportamentos que, segundo ele, seriam indicativos de um vício. O ex-chanceler mencionou um suposto desaparecimento de Petro durante uma visita oficial a Paris em 2023. “Como se a inteligência francesa fosse incompetente para não saber seu paradeiro”, escreveu Leyva, descrevendo momentos de embaraço.
Além do incidente em Paris, Leyva apontou “outros descuidos” no comportamento de Petro. Ele citou “desaparecimentos, chegadas tardias, descumprimentos inaceitáveis, viagens sem sentido, frases incoerentes, companhias questionáveis”. O ex-ministro ocupou o cargo até ser afastado em janeiro de 2024 por supostas irregularidades em licitação.
Em resposta às acusações, o presidente Gustavo Petro negou categoricamente o uso de cocaína. Sobre o alegado desaparecimento em Paris, Petro afirmou ter aproveitado o tempo livre para estar com familiares e desfrutar da cidade. “Paris não está cheia de parques, museus e livrarias, mais interessantes do que o autor da carta, para passar dois dias? Quase tudo em Paris é mais interessante”, rebateu.
A filha do presidente, Andrea Petro, também se manifestou, afirmando que passou os dois dias em Paris com seu pai. Em 2023, Petro já havia enfrentado acusações semelhantes, respondendo na época que seu único vício era “um café logo cedo”. Petro já declarou que a cocaína “não era pior do que o uísque”, defendendo que a ilegalidade da substância se deve à sua produção na América Latina.
Fonte: http://revistaoeste.com











