Cristina de Orleans e Bragança, bisneta da Princesa Isabel e trineta de Dom Pedro II, faleceu nesta quinta-feira, 15 de fevereiro, em Petrópolis, Rio de Janeiro. A notícia da sua morte reverbera na história do Brasil, marcando a perda de uma figura ligada à memória do período imperial. Sua partida deixa um legado de envolvimento com a preservação do patrimônio histórico e cultural do país.
O Museu Imperial, situado em Petrópolis, confirmou o falecimento por meio de uma nota oficial, onde destacou o engajamento de Cristina com a causa da preservação. A instituição lamentou a perda de uma figura que, mesmo com um papel discreto, contribuiu ativamente para iniciativas de valorização da memória imperial brasileira. “Cristina era uma figura importante para a preservação da nossa história”, afirmou um representante do museu.
Filha de Dom Pedro Gastão de Orleans e Bragança, Cristina era irmã de Francisco de Orleans e Bragança e viúva de Antônio Marinho. Ela deixa duas filhas e um neto, que representam a continuidade da história da família imperial no Brasil. A Casa de Orleans e Bragança, à qual pertencia, sempre se dedicou a manter viva a tradição monárquica no país, mesmo após a Proclamação da República, em 1889.
Cristina de Orleans e Bragança descendia diretamente da Princesa Isabel, a responsável pela assinatura da Lei Áurea, marco histórico da abolição da escravidão no Brasil, em 1888. Seu tataravô, Dom Pedro II, foi o segundo e último imperador do Brasil, cujo reinado marcou um período de desenvolvimento e transformações no país. Seu legado permanece relevante para a compreensão da história e identidade brasileiras.
Fonte: http://massa.com.br











