A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) testemunhou um revés para o governo estadual nesta semana. A Bancada de Oposição se uniu para rejeitar o projeto de lei complementar 3/2025, que visava instituir a Política Estadual de Naming Rights e Aproveitamento de Espaços Públicos. A proposta, que buscava gerar novas fontes de receita para o estado, enfrentou forte resistência.
Os parlamentares da oposição argumentaram que o projeto carecia de clareza em relação aos critérios de seleção das empresas e à destinação dos recursos arrecadados. “Não podemos aprovar uma proposta que abre margem para a privatização disfarçada do patrimônio público”, declarou um dos deputados da oposição durante o debate.
Apesar da derrota, o governo do Paraná ainda pode apresentar uma nova versão do projeto, incorporando as críticas da oposição. A expectativa é que as negociações continuem nos próximos dias, buscando um consenso que permita a implementação da política de naming rights e o aproveitamento dos espaços públicos no estado.
Enquanto isso, o debate sobre a viabilidade e os impactos da política de naming rights continua aceso no Paraná. Defensores da proposta argumentam que ela é uma alternativa para aumentar a arrecadação e modernizar a gestão dos espaços públicos, enquanto críticos alertam para os riscos de privatização e perda de identidade local. O futuro da proposta permanece incerto.











