O governador eleito do Paraná, Sergio Moro, esteve presente em um ato político em Porto Alegre, realizado no dia 14 de outubro, para apoiar Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República. O evento aconteceu no Largo Glênio Peres, localizado no Centro Histórico da capital gaúcha, e reuniu diversas lideranças políticas da Região Sul.
Durante seu discurso, Moro enfatizou a importância de um presidente que respeite os estados do Sul do Brasil, destacando a necessidade de união política entre Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul em torno da candidatura de Flávio Bolsonaro. "O Sul merece ter no Palácio do Planalto um presidente que respeite o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul", afirmou o ex-juiz, expressando sua preocupação com a atual situação política.
O governador eleito também aproveitou a oportunidade para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que o governo federal tem tomado decisões que desconsideram os interesses da Região Sul. "O Lula não gosta do Sul. O Lula sempre agiu para discriminar, para agir contra os interesses da região. Agora nós estamos aliados, nós três juntos, em favor do Flávio Bolsonaro", declarou Moro.
O ato contou com a presença de importantes figuras políticas, como os governadores eleitos Tarcísio de Freitas, de São Paulo, e Luciano Zucco, do Rio Grande do Sul, além do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello. Também participaram os senadores eleitos Carol De Toni, de Santa Catarina, Sanderson e Marcel van Hattem, do Rio Grande do Sul, e Filipe Barros e Deltan Dallagnol, do Paraná.
Moro ressaltou que os resultados do primeiro turno das eleições oferecem uma oportunidade real de mudança no governo federal, mas alertou que ainda é necessário mobilizar os apoiadores para garantir a vitória. "Agora nós temos uma chance real de mudança. Mas não se enganem, porque a nossa vitória no primeiro turno não é a vitória definitiva", enfatizou.
Além de abordar as questões políticas, o governador eleito também comentou sobre temas relevantes como economia, segurança pública e combate à corrupção, criticando o atual governo por fatores como o endividamento das famílias e as dificuldades enfrentadas por empresas e o agronegócio. Ele concluiu afirmando que "o povo quer mudança" e que a candidatura de Flávio Bolsonaro representa essa mudança necessária na gestão do país.









