Uma criança de seis anos, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), faleceu em Umuarama, no Noroeste do Paraná, na última quinta-feira (22). A fatalidade ocorreu durante a realização de um exame de ressonância magnética em uma clínica da cidade, gerando grande comoção e levantando questões sobre o procedimento.
De acordo com informações divulgadas pela Polícia Civil, a criança recebeu anestesia para a realização do exame, motivada por um quadro de agitação. No entanto, após a administração do anestésico, a vítima apresentou uma súbita perda de consciência, necessitando de transferência urgente para um hospital da região.
Infelizmente, apesar dos esforços da equipe médica, a criança não resistiu e veio a óbito horas após dar entrada no hospital. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) já iniciou uma investigação minuciosa para apurar as circunstâncias da morte e determinar se houve alguma negligência no procedimento.
“Instauramos um inquérito para apurar as causas da morte da criança durante o exame de ressonância magnética”, afirmou um porta-voz da PCPR. O caso levanta um debate importante sobre os protocolos de segurança em exames que exigem anestesia, especialmente em pacientes com condições especiais como o TEA.
A comunidade local e familiares da criança aguardam ansiosamente por respostas e justiça. A investigação da Polícia Civil busca esclarecer todos os aspectos do ocorrido e determinar se houve falha no atendimento que levou a essa trágica perda.
Fonte: http://massa.com.br











