Vitória Suada na Libertadores: Renato Paiva Exalta Superação do Botafogo Contra o Carabobo

O Botafogo respirou aliviado ao garantir uma vitória por 2 a 1 sobre o Carabobo, da Venezuela, em jogo válido pelo Grupo A da Libertadores. A partida, decidida nos acréscimos, expôs as dificuldades enfrentadas pelo Glorioso, que precisava desesperadamente do triunfo para manter vivas as esperanças de classificação. O técnico Renato Paiva, em entrevista coletiva após o jogo, reconheceu o desafio imposto pelo adversário e a importância da resiliência demonstrada por sua equipe.

“Como eu esperava, um jogo difícil”, iniciou Paiva, destacando a organização defensiva do Carabobo, que havia sofrido poucas derrotas em seus últimos compromissos. O treinador ressaltou a estratégia do time venezuelano de explorar os contra-ataques, mas elogiou a capacidade do Botafogo em controlar essa ameaça. Apesar do gol sofrido em jogada de bola parada, Paiva enfatizou o domínio geral da partida.

Apesar do controle, o técnico lamentou a persistência da dificuldade em ‘fechar o jogo’, ou seja, ampliar a vantagem para garantir a vitória com mais tranquilidade. “Sofremos do mesmo problema de sempre: não conseguíamos fechar o jogo, fazer o segundo”, observou Paiva. No entanto, ele fez questão de enaltecer a garra e a determinação dos jogadores, que conseguiram reagir e conquistar um resultado crucial. “Destaco a personalidade dos jogadores, que conseguiram reagir e vencer esse jogo muito importante. Acho que é uma vitória justa”, concluiu.

Paiva também abordou a pressão da torcida, algo inerente à grandeza do Botafogo. Ele afirmou que a pressão é constante e que seu foco é manter a concentração no trabalho, buscando soluções para os momentos mais desafiadores. Sobre o calendário apertado, o treinador mencionou a necessidade de poupar jogadores devido à sequência de jogos e viagens, como a que se seguiu à partida contra o Bahia.

Por fim, o técnico comentou sobre a ausência de Savarino, um jogador com características únicas no elenco. Paiva admitiu que a falta do atleta impactou a estratégia da equipe, especialmente na criação de jogadas entre as linhas defensivas adversárias. Mesmo assim, o treinador enfatizou a importância de estar preparado para lidar com desfalques e buscar alternativas para superá-los, ao invés de lamentar as ausências.

Fonte: http://esporte.ig.com.br

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