Na manhã de sábado, 19 de setembro de 2026, um corpo em avançado estado de decomposição foi descoberto dentro de uma residência localizada no Jardim Novo Horizonte, em Maringá. O cadáver estava amarrado e envolto em fita adesiva, com as mãos e os pés presos a uma das pernas de uma cama, o que levantou suspeitas sobre as circunstâncias da morte.
A ocorrência foi inicialmente detectada quando a ex-companheira do suposto morador da casa se dirigiu ao local, preocupada pela falta de contato com ele. Ao chegar, ela notou um forte odor vindo da residência e imediatamente acionou a Polícia Militar.
Os policiais, ao chegarem no local, identificaram que o cheiro provinha de um dos quartos, que estava trancado do lado de fora com um cadeado. Para acessar o local, foi necessário arrombar a porta. Assim que os agentes entraram, encontraram o corpo e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que confirmou o óbito.
As primeiras informações indicam que o corpo poderia estar no imóvel há mais de dez dias. A Polícia Científica foi chamada para realizar a perícia e coletar materiais que possam auxiliar na investigação. A cena do crime apresentava sinais de desordem, com roupas espalhadas pelo chão, sugerindo uma possível luta ou confronto.
Além disso, pedaços de fita adesiva, fios de cabelo e manchas que podem ser de sangue foram encontrados na residência. Esses materiais passarão por exames periciais para determinar sua relevância para a investigação.
A forma em que o corpo foi encontrado levou os investigadores a considerar diversas hipóteses sobre a causa da morte. Contudo, a Polícia Civil informou que, neste momento, não existem elementos técnicos suficientes para confirmar a causa do óbito, sendo as possibilidades de asfixia, estrangulamento, agressão, disparo de arma de fogo, ferimento por arma branca ou tortura ainda não confirmadas.











