Cinco meses após a morte da garçonete Gabriele Luisa Muniz Freitas, de 22 anos, em um acidente na BR-277, surgiram novas informações sobre os primos Wesley Salles da Silva e João Vitor Silva. Eles são investigados pelo suposto envolvimento em um racha que resultou na colisão fatal. Uma denúncia recente indicou que os suspeitos ainda estão circulando pela Região Metropolitana de Curitiba e utilizam imóveis da família como esconderijo.
A denúncia levou uma equipe de reportagem a um endereço em busca de Wesley, onde a Polícia Civil do Paraná (PC-PR) realizou uma busca. Embora a residência tenha sido vistoriada após autorização dos moradores, o suspeito não foi encontrado. Testemunhas relataram que Wesley tem sido visto frequentemente nas proximidades da casa da avó, levando uma vida aparentemente normal.
Uma informante mencionou que um dos primos estaria frequentando um estabelecimento fechado, pertencente à família, onde poderia se ocultar. Gabriele perdeu a vida em um acidente ocorrido na madrugada de 24 de abril, enquanto voltava do trabalho. A motocicleta em que estava foi atingida, e apesar de ter sido socorrida, não sobreviveu aos ferimentos.
A investigação aponta que os primos teriam retornado do litoral do Paraná e, após uma festa, adquirido um Fiat Stilo. Em seguida, os veículos envolvidos na colisão teriam sido vistos em alta velocidade, sugerindo a prática de racha. Imagens de câmeras de segurança documentaram parte do trajeto dos veículos, mostrando manobras perigosas e uma colisão que resultou na tragédia.
Além disso, a polícia encontrou latas de cerveja em um dos carros envolvidos no acidente. O caso segue sob investigação, enquanto os familiares de Gabriele aguardam por justiça e respostas sobre as circunstâncias que levaram à sua morte.











